sexta-feira, 6 de maio de 2011

Evento promoverá debate sobre cobertura jornalística, liberdade de expressão entre outros assuntos

A 3ª Jornada de Comunicação da Universidade Paulista de Brasília acontecerá nos dias 18,19 e 20 de maio no anfiteatro e terá a participação de estudantes e professores da área de comunicação. O evento é gratuito e será aberto ao público em geral. O início das atividades está previsto para às 19h30.

O encontro terá a participação de palestrantes como Stepan Nercerssian, que é ator, diretor de TV e ex-líder estudantil. Teve ainda participação ativa no Movimento “Diretas Já”. O tema que será abordado por ele é “A liberdade de expressão na era da internet”.

O Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF, Licoln Marcário, falará sobre “O que mudou após o fim da exigência do diploma?”. Atualmente é concursado e trabalha como jornalista na Câmara.

Outro debatedor é Corban Costa, que é  repórter da EBC (Empresa Brasil de Comunicação. Ele discutirá  o tema: Cobertura Jornalística em Situações Extremas. Também está confirmada a participação de Luiz Fara Monteiro, que atua como repórter e apresentador da TV Record. Ele abordará a “Cobertura de Grandes Eventos”.

Além disso, a Jornada terá concurso de fotografia em que os três melhores serão premiados. Os estudantes da Unip e participantes receberão o certificado. O encerramento será feito com um show uma banda formada pelos os alunos da instituição.

Relase à Imprensa - Jornada de Jornalismo

Entre os dias 18, 19 e 20 de maio, a Universidade Paulista  (UNIP) promoverá a 3ª Jornada de Jornalismo. O tema é Jornalismo Interconectado - Práticas e Tendências.

O evento contará com a presença de profissionais como Lincoln Macário, Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF; Corban Costa, repórter da Empresa Brasil de Comunicação; e Luiz Fara Monteiro, repórter e apresentador da TV Record.

Um dos temas abordados durante a jornada será a cobertura jornalística em situações extremas, como a vivenciada pelo repórter Corban Costa que ficou preso durante a derrubada do regime ditatorial egípcio de Hosni Mubarak, em fevereiro de 2011.
Além das palestras com jornalistas, o evento terá abertura com a apresentação do grupo de capoeira Ladainha. Haverá um concurso de fotografia que premiará os três melhores trabalhos de fotojornalismo e emissão de certificado para aqueles que comparecerem nos três dias de evento.

O evento terá entrada franca e começa sempre às 19h30 As apresentações musicais e palestras serão realizadas no anfiteatro da Universidade que fica na 713/913 Sul. A expectativa da organização é receber 500 pessoas nos três dias de encontro.

O encerramento será com um grupo musical composto por alunos da instituição.

Release à Imprensa - Jornada de Jornalismo

 Universidade Paulista promove 3º Jornada de Jornalismo

A Universidade Paulista (Unip), campus Brasília, promove nos dias 18, 19 e 20 de maio a 3º Jornada de Jornalismo.  O evento acontecerá entre às 19h30 e 22h no Anfiteatro da Universidade, que fica na 913 Sul. Com entrada franca, a expectativa é de que o encontro reúna 500 pessoas – entre professores de comunicação, estudantes de jornalismo, profissionais recém-formados e interessados, nos três dias de evento. 

A 3º Jornada de Comunicação fará ampla abordagem da atuação do profissional de comunicação no mundo contemporâneo, pós-revolução industrial e tecnológica. Os debates ficarão em torno da liberdade de expressão na era da Internet, mudanças com o fim do diploma de jornalismo, cobertura jornalística em situações extremas e de grandes eventos.

Para promover os debates, profissionais renomados e alguns conhecidos do público brasileiro farão parte da mesa. Entre aqueles que confirmara presença estão: Stepan Nercessian, Deputado Federal pelo PPS/RJ; Lincon Macário, Presidente do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal; Corban Costa, Repórter da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), foi preso durante cobertura da queda do governo ditatorial egípcio; e Luiz Fara Monteiro, Repórter e Apresentador da TV Record.

O evento contará com uma programação interativa para o público. Na abertura, haverá  uma apresentação de capoeira com o Grupo Ladainha de Taguatinga. Haverá também Concurso de Fotografia – com premiação para os três finalistas. Para o encerramento está previsto a apresentação de uma banda de música formada pelos alunos do curso.

Mais informações com os organizadores do Evento:

Profª. Raquel Sacheto – Coordenadora do Curso
Prof° Ulisses
Prof° Willian Passos- Contato: (61) 9633-1789


Por: Renata Moreira

Release à Imprensa - Evento Unip

Entre os dias 18, 19 e 20 de maio a Universidade Paulista (Unip) promove a Jornada de Jornalismo 2011.

O evento contará com a presença de grandes nomes como o presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF, Lincoln Mácario, o enviado especial da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Corban Costa, o ator e diretor de TV, Stepan Nercessian e ainda, o repórter e apresentador da TV Record, Luiz Fara Monteiro.

Os convidados vão abordar vários temas. Entre eles: O que Mudou após o Fim da Obrigatoriedade do Diploma? A Cobertura Jornalística em Situações Extremas e Liberdade de Expressão na Era da Internet.

O evento é gratuito e será aberto a toda comunidade, porém seu público alvo são estudantes, professores e profissionais da área de comunicação.

A abertura do evento será às 19h30 com o Grupo de Capoeira Ladainha que promete apresentar o melhor da capoeira angola. Além dessas atrações, haverá ainda um concurso de fotografia que premiará os três melhores trabalhos. A Universidade Paulista, onde será realizada a jornada, fica na SGAS 913 Sul.

Evento promoverá debate sobre cobertura jornalística, liberdade de expressão entre outros assuntos


A 3ª Jornada de Comunicação da Universidade Paulista de Brasília, acontecerá nos dias 18,19 e 20 de Maio no anfiteatro, com a participação de estudantes e professores da área de comunicação, é gratuito e será aberto para o público a partir das 19:30 h até as 22:00 h.
Terá participação de vários palestrantes como Nercerssian sterpan, ator, diretor de TV e ex-líder estudantil na participação ativa no movimento “Direto Já”. O tema que será abordado é “A liberdade de expressão na era da internet”.
O Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF, Licoln Marcário sobre “O que mudou após o fim da exigência do diploma”. Atualmente é concursado e trabalha como jornalista na Câmara. Corban Costa “é repórter da EBC (Empresa Brasil de Comunicação). “Tema:” Cobertura Jornalística em Situações Extremas”. E Luiz Fara Monteiro repórter e apresentador da TV Record vai falar da “Cobertura de Grandes Eventos”.
Além disso, terá concurso de fotografia em que os três melhores serão premiados, os estudantes da Unip e participantes receberão o certificado. O encerramento será feito com um show uma banda formada pelos os alunos da instituição.

Aviso de Pauta


Universidade Paulista promove 3º Jornada de Comunicação
Por Renata Moreira

A Universidade Paulista (Unip), campus Brasília, promove nos dias 18, 19 e 20 de maio a 3º Jornada de Comunicação. O evento acontecerá entre às 19h30 e 22h no Anfiteatro da universidade na 913 Sul. De caráter gratuito, a expectativa é de que o evento receba 500 pessoas – entre professores de comunicação, estudantes de jornalismo, profissionais recém-formados, e interessados – nos três dias de evento.

A 3º Jornada de Comunicação fará ampla abordagem da atuação do profissional de comunicação no mundo contemporâneo, pós-revolução industrial e tecnológica. Os debates nortearão sobre a liberdade de expressão na era da internet, mudanças com o fim do diploma de jornalismo, cobertura jornalística em situações extremas e de grandes eventos.

Para promover os debates, nomes de peso farão parte da mesa. Alguns dos palestrantes já confirmados são: Stepan Nercessian, Deputado Federal pelo PPS/RJ; Lincon Macário, Presidente do Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal; Corban Costa, Repórter da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), foi preso durante cobertura da queda do governo ditatorial egípcio; e Luiz Fara Monteiro, Repórter e Apresentador da TV Record.

O evento conta com uma programação interativa para o público. Na abertura, teremos uma apresentação de capoeira com o Grupo Ladainha de Taguatinga. Haverá também Concurso de Fotografia – com premiação para os três finalistas. Para o encerramento está previsto a apresentação de uma banda de rock formada pelos alunos do curso.

Organizadores do Evento:

Profª. Raquel Sacheto – Coordenadora do Curso
Prof° Ulisses
Prof° Willian Passos

Contato:

Professor Willian Passos
Tel.: 61-9631.1789

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Boa parte dos ambulantes tem parentes matriculados na Unip

Por Carolina Alves
O comércio ambulante da Unip está cada vez mais variado. É possível encontrar lanches rápidos, comida, bombons, roupas, bolsas e bijouterias. Pode-se perceber que há companheirismo entre os ambulantes. Não tem aquele espírito de competitividade, de querer vender mais que o outro, pelo contrário, as pessoas se ajudam e isso é fácil de notar.
Instalada em frente à Unip, há mais ou menos três semanas, dona Conceição Marlene de Matos vende refrigerante, lasanha, escondidinho, empadão e bolo. Começou com duas mesinhas e algumas cadeiras, e agora, preocupada em satisfazer seus clientes, já prepara uma barraca para melhor atendê-los.

Um dos motivos de ter escolhido a instituição de ensino é porque seu neto estuda na faculdade. Então, ela aproveita o horário da aula para trazê-lo e fazer suas vendas. Dona Conceição diz que o tempo ainda é curto, mas afirma que já pôde perceber um retorno financeiro, pois a procura por seus lanches tem crescido a cada dia.
Já são cinco anos trabalhando com isso e contando com a ajuda de sua filha Marilene, que se encarrega de fazer os lanches. Além de estar na Unip todos os dias, no turno da noite, dona Conceição também vende seus lanhches para professores em escolas públicas e garante que faz sucesso. Alega que tudo é muito bem preparado.
Fiscalização continua sendo um problema
A vendedora de bolsas e carteiras Lídia diz ser fiel a seus clientes, mas nem sempre pode estar na faculdade pelo medo de ser pega pela fiscalização. Então, optou por trabalhar no período da noite às quartas e sextas-feiras porque pela manhã ela se sente mais exposta. A ambulante só possui licença para trabalhar em um estacionamento que fica no Cruzeiro. E por ter produtos mais caros, não quer correr o risco de ser flagrada pelas autoridades e, assim, ter um grande prejuízo.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Comércio ambulante: Negócio de Família

Por Maxuel Neris Cajé


O comércio ambulante em locais de grande movimento é algo comum nas grandes cidades e em Brasília não é diferente. Em frente a Universidade Paulista (UNIP), que fica no bairro Asa Sul, há uma verdadeira praça de alimentação com uma variedade de pratos e lanches que fazem sucesso entre os alunos que estudam à noite. Mas qual será o motivo que leva as pessoas a deixarem trabalhos fixos para viverem do comércio ambulante?

Para Eduárcio Almeida, funcionário de uma das bancas de lanches do local, o motivo vem do négocio herdado do pai, que trabalha no ramo desde antes da instalação da Instituição. A tradição da família no comércio informal já passou por duas gerações.

O vendedor e a mulher ja ensinaram aos filhos mais velhos como atender ao público e fazer os lanches. Todos participam diretamente do negócio, o que dispensa a contratação de funcionários e acaba sendo um atrativo na hora de montar o próprio negócio.

Eduárcio já trabalhou em padaria, serralheria, lojas de auto-peças e empresa de turismo, mas acabou optando pela venda de lanches para dar continuidade à empreitada do pai e transformá-la na fonte de renda da família.

"Trabalho aqui há 10 anos, o ponto era do meu pai então continuei instalado aqui. Agora ele (pai) tem o ponto dele em frente à Unieuro", revela. 

Segundo o ambulante da Unip, o negócio é rentável, sustenta os 10 filhos, e ajuda a pagar a faculdade de um deles, por isso está há tanto tempo na atividade.

Ele se associou ao sindicato do treilistas e obteve alvará, que foi concedido pelo Governo do Distrito Federal, para a montagem da barraca em local público. Estas são ações que Eduárcio afirma ter feito para poder ter a tranquilidade de um emprego regularizado, apesar de modesto.

Segundo o comerciante, a banca foi registrada sob a razão social "Tia Helena Lanches". Este fato permitiu contrato com empresas de cartão de débito para facilitar o pagamento das compras efetuadas pelos seus clientes. Com isso, há o aumento da lucratividade do négocio.

Entre riscos e lucros, ambulantes não tem endereço fixo

Por Aline Macêdo

O comércio ilegal de alimentos praticado por vendedores ambulantes e por "kombistas", como alguns são chamados, em frente a escolas e faculdades do DF, pode representar certo risco à saúde dos consumidores. 

Este problema pode ocorrer porque tais produtos são mal higienizados e nem sempre são bem preparados. No entanto, este comércio representa um dos principais pontos para alimentação de estudantes e trabalhadores que não se inibem na hora da compra.

Nas proximidades da Universidade Paulista de Brasília (UNIP) o cenário não é diferente. Lá também estão ambulantes ilegais. No estacionamento externo, contabilizam-se seis, dos quais quatro estão há mais de 4 anos no ponto.Chico e Poliane Silva são um casal que tem este tempo no local.

Eles trabalham com venda de bombons e hambúrguer e comentam sobre o exaustivo trabalho. Rotina, segundo eles, que começa cedo. A preparação de bombons e a compra de alimentos são feitas no período da manhã e avança até o fim da tarde, quando aprontam a barraca.

Apesar do trabalho constante, já que não possuem funcionários, o lucro é pequeno, segundo Chico. Sua renda mensal é de R$ 2 mil, podendo chegar a R$ 3 mil. Isso depende do mês, já que o fluxo de pessoas na faculdade define sua venda diária. Nas quartas e sextas-feiras, o movimento é menor, consequente, o lucro é menor.

Informalidade
Mesmo na ilegalidade, Poliane procura ajuda de orgãos especializados para receber orientações. O Sebrae é um dos principais. Preocupada com os direitos trabalhistas e aposentadoria, a comerciante costuma se manter atualizada sobre estas questões.

Já Paulo, que não quis dizer o sobrenome, é dono da barraca que fica ao lado da do casal. Este vendedor está no ramo há mais de 30 anos. Ele vende salgados e conhece bem as formas para se manter no comércio ilegal.

No caso dele, as únicas orientações vem dos meios de comunicação tradicionais. Paulo contou ainda que procura aprontar sua barraca após o expediente da Agefis,  que é Agência Fiscalizadora do Distro Federal, para não correr riscos.

Além da preocupação com a fiscalização, que chegou a tirar todos os vendedores do ponto localizado em frente à faculdade UDF, que fica há alguns poucos quilômetros dali, Paulo se preocupa em manter condições básicas de higiene. Ele e os três funcionários usam luvas e materiais descartáveis, porém estes são apenas um dos itens obrigatórios para a conservação e manuseio de alimentos. Já a ter 10 colaboradores no tempo da UDF.

A perda foi grande, mas ainda sim consegue manter um lucro mensal superior a R$ 10 mil.  Diariamente atende por volta de 200 pessoas antes das 20 horas. No horário de intervalo da faculdade o número dobra.

A vida do comércio ambulante ilegal é cheia de riscos, podendo eles perderem seus pertences caso sejam confiscados por órgãos de fiscalização, serem vítimas de roubo ou até mesmo serem ameaçados por moradores revoltados que vivem nas proximidades. No entanto, resistem e lutam contra estas situações para sobreviverem.

Os alunos agradecem. É o caso de Nathalia Cristina Silva, estudante da UNIP. "O tratamento fora da universidade é melhor, sem falar no preço, que é mais acessível", diz ela.                  

A Universidade não se manifesta sobre o caso.

Vendedora tira da barraquinha sustento para 10 filhos

Por Huanna Loiola Melo

É por volta das 17h30 que os ambulantes começam a montar suas barracas em frente à Universidade Paulista (UNIP), que fica na entrequadra 713/913 Sul. São carrinhos de cachorro-quente, crepes, churrasquinhos, entre outros. Por ser um ponto bem movimentado e bem lucrativo, ninguém pensa em sair.

É com o "apoio" dos estudantes que estão estão sempre presentes ali, comprando lanches, que os ambulantes chegam a faturar até R$ 400,00 por dia. A justificativa  é de que, fora da faculdade, existem mais opções de lanche e por um preço "mais em conta".

A barraca da Tia Helena, como é conhecida pelos estudantes, tem sempre o maior movimento. Chega a ser formada fila para a comprar dos produtos. Por estar no mesmo local, há mais de 12 anos, a ambulante diz que todos os alunos da faculdade já a conhecem e aprovam a qualidade dos seus lanches. Com 10 filhos para sustentar, ela diz agradecer muito aos alunos que confiam no seu trabalho, pois é dali que ela tira seu sustento e o de sua família.

Há uma certa indignação dos comerciantes estabelecidos no interior da instituição de ensino com a situação dos comerciantes postados do lado de fora. A alegação é que os ambulantes não pagam aluguel, impostos e carteira assinada de seus funcionáros.